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| Vista da cidade amuralhada (arquivo pessoal) |
Olaar meus viajeiros!
Agora já em terras tupiniquins finalmente vou soltar o relato do mochilão Colômbia: Cartagena-San Andreas feitos em março deste ano, a princípio em duas partes ou três partes. Teve muuuita coisa boa, mas também muito perrengue com a viagem afetada no finalzinho pelo Coronavírus.
Bom, mas vamos do início. Como já havia falado no post anterior, a viagem se deu inicialmente de 29/02/2020 a 22/03/2020. Meu vôo sairia de Guarulhos na madrugada de sexta para sábado as 03:10 da manhã, então eu optei dessa vez em ir de ônibus. Saí de casa no dia 28/02/2020 as 22:00 fui de metrô até a estação Tatuapé (linha vermelha) e de lá peguei o ônibus 257 que pára nos terminais de Guarulhos. Levei ao todo 1:40 em todo esse trajeto (metrô + ônibus). Li que essa linha funciona de 5h a 00:10 com intervalos geralmente de 20 minutos, o valor que paguei foi R$6,75.
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| Terminal de ônibus do Tatuapé |
Como cheguei com tempo em Guarulhos jantei no Spoletto e logo fui passar pelos trâmites de entrada na área de embarque. No dia anterior ao da minha viagem havia se confirmado no Brasil o primeiro caso de Coronavírus, mesmo assim optei por viajar e o aeroporto estava funcionando normalmente, só tomei cuidado, levei álcool em gel, mas ainda não havia nenhuma preocupação forte ou orientação mais firme sobre o vírus.
Apesar de ter direito a uma mala despachada de 23kg pela Copa Airlines, eu preferi viajar apenas com o mochilão e minha bolsa, e não quis despachá-lo. Passei de boa pelo raio x e polícia federal, meu mochilão estava dentro do volume e peso permitido, e coloquei todos os líquidos em frascos transparentes de 100ml cada. O vôo foi bem tranquilo, a primeira parte Guarulhos - Panamá durou cerca de 5 horas. O serviço de bordo foi lanche e café da manhã devido ao horário, e tinha também opção de bebidas tanto alcóolicas ou não e havia algumas poucas opções de entretenimento também, entre filmes e séries. O Aeroporto Internacional de Tocumen no Panamá é a base da Copa Airlines, e é conhecido como Hub das Americas porque interliga vários destinos internacionais. Não é necessário passar por uma imigração ao chegar o que faz com que a Copa possa oferecer escalas curtas (geralmente de 35, 40 minutos). Como eu não conhecia preferi não arriscar e peguei uma escala maior, de 3 horinhas o que deu pra conhecer bem todo o aeroporto. Ele estava bem cheio, e havia boas ofertas de produtos duty free (como 3 perfumes por 99 dólares) que eu pensei que compraria na volta, porém quando passei por lá no final da viagem não havia mais nenhuma loja aberta (mas isso é assunto pra outro post hehe). Não há muitas opções de locais para comer, apenas uns 2 cafés, uma Dunkin Donuts e um Viena que foi onde eu parei para passar o tempo, bebi uma cerveja (3,50 dólares) e nas mesas há tomada para recarga de celular. Neste aeroporto a internet não é ilimitada, somente os primeiros 30 minutos inicias são de graça. O segundo vôo Panamá - Cartagena foi bem tranquilo também e durou apenas 1:10, bem rápido.
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| Vista das Ilhas do Rosário, chegando à Cartagena |
Cheguei em Cartagena mais ou menos 12:30, como eu não tinha que pegar mala fui umas das primeiras a passar pela imigração (vantagens de ser mochileira kkk) e eles já estavam fazendo algumas perguntas direcionadas sobre coronavírus além das que fazem normalmente: tive que falar o propósito da minha viagem, de onde eu vinha, minha profissão, mostrar provas da minha hospedagem e falar o endereço e também informar se havia passado por alguns dos 14 países (á época) que estavam já com foco grande de casos (China, Espanha, Itália, Austrália, etc). Fiquei a tarde no aeroporto mesmo aguardando a Fernanda, minha amiga que chegaria umas três horinhas depois. Nesse meio tempo fui nas duas casas de câmbio que tem lá no aeroporto (dica troque na do lado internacional, ambas as cotações são péssimas mas a do lado nacional é bem pior) e troquei R$50,00 só para pagar o táxi. Lá não possui wifi liberado, mas se você comprar um café no Juan Valdez na nota fiscal vem a senha do wifi deles que dá pra quebrar um galho. Almocei num restaurante árabe na parte de fora do aeroporto, comida sensacional e lá já bebi minha primeira Club Colombia (melhor cerveja da Colombia na minha opinião). Na parte de trás do embarque nacional, indo por fora do aeroporto tem um Subway também, é uma opção pra quem gosta.
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| Trio árabe e Club Colombia Dorada |
Ao sair do embarque internacional, bem ao lado da porta de vidro tem um totem amarelo que você coloca o bairro que deseja ir e ele traz o valor tabelado do táxi a se pagar, é uma boa pra se ter noção mais ou menos de quanto vale a corrida mas na saída também há vários taxistas oferecendo corrida e você pode sempre negociar com eles o preço. Em Cartagena tudo é negociável. Além disso, na cidade funciona bem o app Indriver no qual você dá o lance de quanto quer pagar e usei bastante também Uber, apesar de não ter tanta disponibilidade de carros muitas vezes saía mais barato mesmo levando-se em conta a conversão e taxa do cartão. Do aeroporto a Getsemani ou ao Centro Histórico o valor médio a ser pago é de $12000 COPS. Para corridas menores como Centro Histórico - Bocagrande os valores ficam em $7000 COPS.
Depois que a Fernanda chegou pegamos então um táxi e fomos para a primeira acomodação da viagem: o Hostel Selina. É uma rede de hostels bem famosa (tem até em SP também), eu fechei os 2 primeiros dias pelo booking. O
Selina de Cartagena é maravilhoso, são dois prédios um de frente para o outro, em ambos há um bar e piscina no terraço, os quartos compartilhados possuem cortina nas beliches, armários individuais (tem que levar cadeado) e a estrutura do hostel é sensacional. A gente recebe no check-in uma pulseira que dá acesso aos dois prédios, acabou que ficamos a viagem inteira com a pulseirinha no braço e assim tínhamos sempre acesso à piscina e ao bar hehe.
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| Hostel Selina Cartagena |
Depois de feito o check-in fomos de tardinha em busca de um Western Union para sacarmos o valor que já havíamos enviado, vou explicar melhor sobre o processo em um post sobre os gastos. No final das contas não conseguimos sacar e acabamos trocando alguns reais numa casa de câmbio a uma cotação não muito boa, só pra passarmos o fim de semana mesmo. Jantamos num restaurante próximo ao hostal e depois decidimos ir numa festa de Mardi Grass que iria acontecer no pub do Bourbon Hostel, que fica no Centro Histórico.
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Mardi Grass (eu e Bruno,
amigo brasileiro que conhecemos no Selina e arrastamos pra balada junto com a gente kkk) |
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| Mardi Grass: Fernanda e suas margaritas |
No domingo pegamos um táxi e fomos ao ao shopping Caribe Plaza para sacar o dinheiro na Western Union de lá, foi bem tranquilo e mesmo sendo domingo conseguimos sacar normalmente. Nesse dia almoçamos por lá na praça de alimentação e depois voltamos ao hostel para aproveitar a piscina, afinal no dia seguinte já iríamos fazer check-out. O terrraço do Selina já vale por si uma atração de Cartagena, é lindo pra se ver o pôr-do-sol, beber uma cerveja ou aproveitar a promoção de drinks da happy hour (2x$30000 COPS).
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| Letreiro no Caribe Plaza |
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| Rooftop do Hostel Selina Cartagena |
Na segunda-feira começou a "segunda fase"da viagem: fizemos check-out do Selina e fomos para o Airbnb que eu havia reservado para passar os próximos 10 dias. Esse airbnb também ficava no bairro Getsemani, que é o bairro dos grafites, bem famoso em Cartagena. Eu amei me hospedar neste bairro, ele fica em frente à entrada da cidade amuralhada, é mais barato, super seguro e há muitas opções de restaurantes, baladas, fervo nas ruas e gente de todas as partes. Eu super recomendo!
Sobre o Airbnb, era um quarto alugado numa casa onde a gente podia também cozinhar economizando assim nas refeições. Era simples, mas cumpria bem o seu papel: com uma cama de casal, ar condicionado e banheiro privativo sem água quente (muitos lugares de Cartagena e San Andres não tem água quente). A vantagem era que ficava numa rua tranquila, mas ao mesmo tempo tinha uma vendinha e uma pizzaria na esquina, ficava perto dos principais pontos e por lá fizemos muitas amizades com os vizinhos e locais.
Sobre o curso de espanhol
Na segunda-feira, dia 02/03/2020 iniciou-se o meu curso de espanhol intensivo na
Escola Nueva Lengua de Cartagena. Antes de chegar na Colômbia eu já havia feito um nivelamento online e no primeiro dia cheguei na escola as 08:00 para fazer o nivelamento presencial, que foi uma conversa para entender o nível e alinhar expectativas. Como eu já havia finalizado o nível A1 no Brasil, já tinha uma noção, então pelo nivelamento eu entrei nas classes B1 e depois B2. A escola é simplesmente SENSACIONAL, eu recomendo muito. Ela tem sede em Cartagena, Medellin e Bogotá e você pode escolher entre quais deseja estudar e pode revezar entre elas também se quiser. Lembrando que eu fechei tudo com a Diana da
Los Viageiros que me deu todo o suporte também. Eu fiz o curso intensivo de espanhol por 3 semanas, que ia de 09:00 as 13:00 todos os dias. De 09:00 as 09:50 era um repasso do que foi aprendido anteriormente, de 10 as 11:45 aulas de gramática e de 12:00 as 13:00 trocava-se o professor e tínhamos aulas de conversação. O curso é totalmente focado em conversação, as turmas são pequenas e com poucos brasileiros (não tive nenhum na minha classe) o que foi muito bom pra aprender novas culturas e imergir no aprendizado do espanhol. Os professores e funcionários são muito próximos dos alunos, dão todo o suporte possível e a escola possui várias atividades extra-curriculares na parte da tarde que cada aluno pode optar em se inscrever como aulas de culinária, bingo, trabalho voluntário, visitas a museus, passeios, etc. Valeu a pena demais, eu aprendi e me desenvolvi muito na língua além de fazer muitos amigos de várias partes do mundo (Itália, Alemanha, Finlândia, Suíça, etc).
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Turma da primeira semana:
um inglês, eu, a professora Venezuelana, um italiano, um finlandês e uma belga |
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| Aulas focadas em conversação e prática diária |
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| Painel de atividades extracurriculares |
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| Atividades extracurriculares |
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| Aula de culinária: arepas |
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| Bingo |
Sobre Cartagena:
A cidade é apaixonante, foi muito bom termos ficado mais tempo nela do que um turista normal para conseguir entendê-la e enxergá-la mais do que só o turismo em si. Além dos lindos monumentos, cores, aromas e sabores o grande diferencial de Cartagena é o seu povo. População muito alegre, receptiva, que ama dançar e conhecer outras culturas e também passar um pouquinho da sua. Nós nos hospedamos em Getsemani e tivemos a oportunidade de conhecer a fundo cada esquina do bairro, cada rua diferente com seus grafites, sombrinhas, luzes e alegria. Em frente a Plaza La Trinidad provamos os melhores mojitos, margaritas e comidas de rua. No Centro Histórico e San Diego conhecemos as muralhas, as casas de diferentes cores e bonitas portas, as charretes, as baladinhas e os diferentes lugares para ver o por do sol. Dançamos salsa, reggaeton e champeta. Em Bocagrande conhecemos os grandes centros comerciais da cidade e vimos outro belíssimo pôr do sol. Provamos frutas e sucos de nomes inimagináveis. Bebemos muito café e cerveja de qualidade. Enfim... fica difícil resumir em um só parágrafo o quanto a cidade é magnífica, todo mundo que tiver um dia a oportunidade de conhecê-la um conselho de amiga: VÁ!
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| Vista de cima da Cidade Amuralhada |
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| Rua de Getsemani |
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| Pôr do sol de cima da muralha |
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| Rua de Getsemani |
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| Torre do Relógio: principal porta de entrada da cidade amuralhada |
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| Pôr do sol em Bocagrande |
Sobre as ilhas do Caribe:
Como já falei antes um dos motivos para a escolha dessa viagem foi o fato de Cartagena estar localizada no chamado "Caribe Colombiano" com fácil acesso às Islas del Rosario, um arquipélago que fica a cerca de 100 km de Cartagena no mar do Caribe. O arquipélago compreende um conjunto de 27 praias paradisíacas e são parte de um parque nacional de nome Parque Nacional Natural Islas Corales del Rosario y San Bernardo. Antes mesmo de chegar a Colômbia eu pesquisei sobre os diferentes passeios existentes e tive contato com algumas agências, feedbacks de quem já tinha ido e resolvi fechar com uma agência de Cartagena exclusiva para brasileiros, a
The Experience Travel. Em questão de preços e opções há muita oferta na cidade e os valores podem variar sim mas a diferença não é tão grande assim entre uma e outra, e nesse caso fechar com uma agência confiável fez toda a diferença: a The Experience dá todo o suporte, tira todas as dúvidas e realmente dá um tratamento VIP aos clientes. A vista do escritório deles de frente pra cidade amuralhada já é uma atração a parte (de onde eu tirei todas essas fotos de vista aérea da cidade amuralhada), além disso todos os passeios praticamente saem do Muelle de la Bodeguita, um píer que fica bem pertinho da entrada da cidade amuralhada, e os funcionários da agência já te esperam lá, compram o bilhete de entrada pra você não sendo necessário enfrentar fila ou tendo desencontro de informações assim como vi vários relatos de turistas que fecharam com agências lá mesmo. Os passeios nas ilhas em geral são pra "day use" com saídas na parte da manhã retorno no início da tarde. Há muitas opções de ilhas para todos os gostos, e vai variar muito da preferência e tipo de turista para fazer sua escolha. Eu pesquisei muito e resolvi fechar dois passeios para o final de semana: Bora Bora Beach Club e Gente de Mar.
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| Vista do coworking onde está a The Experience Travel |
Fizemos no sábado, 07/03 o passeio para Bora Bora. Essa que é a queridinhas dos brasileiros, é um clube de praia com duas áreas (uma mais privada e exclusiva e consequentemente bem mais cara). É um passeio mais de festa, badalado, com um visual maravilhoso, a recepção dos funcionários é sensacional, há dj e música e todos se animam e dançam bastante. Eu fechei na área mais barata, mas reservei uma das camas de frente pro mar (que a meu ver fez toda a diferença), a cama pode ser dividida para até 4 pessoas. O lugar é lindo, porém as bebidas são beeem caras. Eles servem o almoço tradicional de Cartagena já incluso no pacote: arroz de coco, peixe frito (que pode ser trocado por frango), patacones e salada servido com água de panela, tipo um suco de rapadura.
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| Bora Bora Beach Club |
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| Bora Bora Beach Club |
Já no domingo 08/03, fomos para Gente de Mar, que é um resort nas ilhas do Rosário. Lugar muito lindo, de muita tranquilidade, haviam várias velhinhos lá, você tem acesso às instalações do resort e o almoço servido também é o tradicional (estava uma delícia). No dia estava ventando muito em toda a ilha. Lá as bebidas foram mais baratas que Bora Bora, mas o serviço de cobrança no final deixou a desejar na organização: havia um grupo de alemães que foi furando fila na hora de pagar a conta, os funcionário que estavam fazendo a cobrança foram bem desorganizados mas no final deu tudo certo.
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| Gente de Mar Resort |
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| Gente de Mar Resort |
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| Gente de Mar Resort |
No geral os passeios foram muito bons, ambos foram em ilhas muito lindas, tiramos várias fotos e com propósitos diferentes: uma com festa e a outra com tranquilidade. Eu super recomendo os passeios. Para mim a maior desvantagens destes passeios de Cartagena para as ilhas do Rosário é o tempo de duração (e isso não muda de agência pra agência) é um fator do passeio mesmo, por causa da volta de lancha e considerando as condições climáticas todos os passeios se encerram muito cedo, após o almoço, por volta das 14, 15:00. São passeios que não são baratos, porém acabam muito rápidos. Minha recomendação pra quem vai pra San Andreas também é focar em apenas 2 ou 3 passeios em Cartagena, assim o valor não fica muito alto no orçamento da viagem pois San Andreas na minha opinião valeu muito mais a pena além de ser bem mais barato (mas isso é assunto pra um próximo post hehe).
Bom, para primeira parte isso é tudo por hoje. Tivemos um tempo maravilhoso em Cartagena, uma das cidades que vão ficar pra sempre na memória. Aguardem os próximos capítulos, pois ainda tem San Andres e perrengues do coronavírus.
Bjos,
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